Crítica | The handmaid’s tale – Segunda Temporada

A segunda temporada de The handmaid’s tale conseguiu o que parecia impossível: ser um pouco mais chocante do que a primeira. Essa característica desagradou muitos espectadores, afinal, mais chocante não quer dizer melhor.

Apesar de concordar que a temporada de estreia continua imbatível — e de também ter algumas ressalvas sobre essa nova leva de episódios — eu penso que The handmaid’s tale segue acima da média e ainda é uma das principais produções da atualidade.

Continuar lendo “Crítica | The handmaid’s tale – Segunda Temporada” →

Resenha | Kindred – Laços de sangue, de Octavia E. Butler

Kindred – Laços de sangue
Autora: Octavia E. Butler
Tradução: Carolina Caires Coelho
Editora: Morro Branco
Páginas: 432
Onde comprar: Amazon

Há alguns dias fui até o quarto do Lucas, meu irmão, para guardar um livro que ele tinha me emprestado. Ao chegar à estante onde deveria guardá-lo, outro livro pareceu gritar por minha atenção. Tirei-o da estante, li a contracapa e o levei para o meu quarto. Em poucos dias, tinha terminado mais uma leitura.

O livro era Kindred – Laços de Sangue, da escritora norte-americana Octavia E. Butler, considerada “a grande dama da ficção científica”.

Continuar lendo “Resenha | Kindred – Laços de sangue, de Octavia E. Butler” →

The handmaid’s tale (uma série que todos devem assistir)

Antes tarde do que nunca. No último domingo, terminei de assistir a primeira temporada de uma das séries mais elogiadas dos últimos anos: The handmaid’s tale. Ela é baseada no romance de mesmo nome da escritora Margaret Atwood, que foi traduzido no Brasil como O conto da aia. Apesar de ter sido publicado em 1985, o livro apresenta uma trama que tem paralelos assustadores com os dias atuais.

Continuar lendo “The handmaid’s tale (uma série que todos devem assistir)” →

Romantismo? Na versão literária mais famosa de “A Bela e a Fera” o amor não era fundamental

Qual seria a principal mensagem por trás de A Bela e a Fera? Valorizar a beleza interior? Sim, sem dúvida. Mas na versão mais popular do conto, escrita em 1756 pela francesa Madame Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, essa valorização tinha uma função bem específica: ensinar às garotas a aceitarem os casamentos arranjados, nos quais o amor não era fundamental.

Continuar lendo “Romantismo? Na versão literária mais famosa de “A Bela e a Fera” o amor não era fundamental” →