Resenha | ‘Invasores de Corpos’: um clássico da ficção científica que segue relevante

Imagine que você mora numa cidadezinha onde todos se conhecem. Você leva uma vida tranquila, até que um dia percebe que tem algo de errado acontecendo. As pessoas com as quais você convive desde a infância parecem ter sido transformadas em outra coisa, embora continuem iguais fisicamente.

Você começa a investigar e descobre que a explicação para o que ocorreu é inacreditável e perigosa. À medida que se aprofunda na investigação, você passa a ser perseguido por seus parentes, amigos e vizinhos. Não dá pra confiar em ninguém. Essa é a situação do Dr. Miles Bennell, narrador e protagonista de Invasores de Corpos.

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Resenha | ‘É assim que se perde a guerra do tempo’ é um romance belo e estranho

É assim que perde a guerra do tempo é um livro desconcertante. O leitor, desavisado, inicia a leitura esperando encontrar apenas mais uma história sobre inimigos que se apaixonam, mas acaba mergulhando num universo onde a estranheza surpreende, mas também confunde.

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Resenha | “Seu Bartolomeu do Futuro”: Pedro Duarte usa o futuro para falar de questões do presente

Seu Bartolomeu do Futuro é um texto (conto?) curioso. A história é mínima: num futuro próximo, o personagem-título sai numa noite qualquer pra comprar refrigerante, mas várias coisas dão errado. O destaque do texto não é a trama, mas sim o narrador, que pode ser o próprio autor, Pedro Duarte.

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A vastidão da noite: um filme repleto de referências e criatividade

As inspirações para A vastidão da noite são evidentes: a série Além da imaginação, as ficções científicas de Steven Spielberg (especialmente Contatos imediatos de terceiro grau), a adaptação radiofônica de A guerra dos mundos, apresentada por Orson Welles em 1938, e o caso Roswell (não por acaso a história do filme se passa numa cidadezinha do Novo México). Ainda assim, o longa de estreia de Andrew Patterson tem frescor e compensa seu orçamento modesto com soluções muito criativas.

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