Resenha | ‘É assim que se perde a guerra do tempo’ é um romance belo e estranho

É assim que perde a guerra do tempo é um livro desconcertante. O leitor, desavisado, inicia a leitura esperando encontrar apenas mais uma história sobre inimigos que se apaixonam, mas acaba mergulhando num universo onde a estranheza surpreende, mas também confunde.

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Resenha | “Seu Bartolomeu do Futuro”: Pedro Duarte usa o futuro para falar de questões do presente

Seu Bartolomeu do Futuro é um texto (conto?) curioso. A história é mínima: num futuro próximo, o personagem-título sai numa noite qualquer pra comprar refrigerante, mas várias coisas dão errado. O destaque do texto não é a trama, mas sim o narrador, que pode ser o próprio autor, Pedro Duarte.

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A vastidão da noite: um filme repleto de referências e criatividade

As inspirações para A vastidão da noite são evidentes: a série Além da imaginação, as ficções científicas de Steven Spielberg (especialmente Contatos imediatos de terceiro grau), a adaptação radiofônica de A guerra dos mundos, apresentada por Orson Welles em 1938, e o caso Roswell (não por acaso a história do filme se passa numa cidadezinha do Novo México). Ainda assim, o longa de estreia de Andrew Patterson tem frescor e compensa seu orçamento modesto com soluções muito criativas.

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Resenha | A máquina do tempo, de H. G. Wells

Publicado em 1895, A máquina do tempo foi um livro pioneiro em muitos aspectos. Ele foi o primeiro romance de H. G. Wells e popularizou a ideia de viagem no tempo. Além disso, a obra foi o pontapé inicial de uma sequência impressionante de livros que se tornariam clássicos escritos pelo autor inglês: depois de A máquina do tempo, vieram A ilha do dr. Moreau (1896), O homem invisível (1897) e A guerra dos mundos (1898).

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