As inspirações para A vastidão da noite são evidentes: a série Além da imaginação, as ficções científicas de Steven Spielberg (especialmente Contatos imediatos de terceiro grau), a adaptação radiofônica de A guerra dos mundos, apresentada por Orson Welles em 1938, e o caso Roswell (não por acaso a história do filme se passa numa cidadezinha do Novo México). Ainda assim, o longa de estreia de Andrew Patterson tem frescor e compensa seu orçamento modesto com soluções muito criativas.
Continuar lendo “A vastidão da noite: um filme repleto de referências e criatividade”Autor: Lucas Furlan
Evento on-line | Festival Na Janela – Jornadas Antirracistas
Olá, pessoal! Começa nesta sexta, dia 26, e vai até domingo mais uma edição do Festival Na Janela, realizado pela Companhia das Letras. Dessa vez, seis bate-papos e uma intervenção poética colocam em foco um debate premente para a construção de uma democracia plena: a ampliação das vozes e da luta antirracista. Com a participação de escritores, educadores, jornalistas, ativistas, pesquisadores e empreendedores, as Jornadas Antirracistas vão discutir temas diversos e prestar uma homenagem a Sueli Carneiro, uma de nossas maiores intelectuais contemporâneas, ativista e feminista antirracista.
Continuar lendo “Evento on-line | Festival Na Janela – Jornadas Antirracistas”Resenha | A estepe, de Anton Tchékhov
A trama de A estepe, se é que se pode chamar assim, é muito simples: o comerciante Kuzmitchóv e o padre Khristofor viajam numa charrete velha pela estepe russa para vender lã. Com eles, estão o cocheiro Deniska e o sobrinho de Kuzmitchóv, Iegóruchka. Ele é um garoto de nove anos que está sendo levado, contra a sua vontade, para estudar em outra cidade. Com essa história mínima, Anton Tchékhov produziu uma obra muito bonita e delicada.
Continuar lendo “Resenha | A estepe, de Anton Tchékhov”Resenha | A máquina do tempo, de H. G. Wells
Publicado em 1895, A máquina do tempo foi um livro pioneiro em muitos aspectos. Ele foi o primeiro romance de H. G. Wells e popularizou a ideia de viagem no tempo. Além disso, a obra foi o pontapé inicial de uma sequência impressionante de livros que se tornariam clássicos escritos pelo autor inglês: depois de A máquina do tempo, vieram A ilha do dr. Moreau (1896), O homem invisível (1897) e A guerra dos mundos (1898).
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