Quem me conhece bem sabe que faço parte do time dos que amam Paulo Coelho. Minha relação com as obras dele começou há muitos anos. Já tinha lido O alquimista, mas foi com a leitura de Brida que me tornei uma fã incondicional. Passei a frequentar a biblioteca municipal e ia pegando seus títulos de forma aleatória; assim, sentia que cada um deles surgia no momento exato em que eu precisava lê-los.
Continuar lendo “Resenha | Hippie, de Paulo Coelho”Mês: janeiro 2020
Resenha | VHS – Verdadeiras histórias de sangue, de Cesar Bravo
Antes mesmo de começar a leitura, é impossível não ficar impressionado com o projeto gráfico de VHS – Verdadeiras histórias de sangue. A capa remete a uma fita de vídeo antiga e suja, as guardas reproduzem os adesivos de identificação que acompanhavam as fitas, e encontramos inúmeras lembranças da época dos videocassetes. O livro apresenta também notícias de jornal, anúncios, fotos e um mapa da Região Bravo (formada pelo município de Três Rios e as cidades vizinhas), onde se passam os 18 contos reunidos nesse volume.
Continuar lendo “Resenha | VHS – Verdadeiras histórias de sangue, de Cesar Bravo”Resenha | Ecos, de Pam Muñoz Ryan
Adoro livros que aquecem o coração, que trazem conforto e esperança, mas também gosto de obras que mexem de outra forma comigo: que cutucam feridas ou que fazem refletir sobre coisas que nunca vivi.
Ecos, da norte-americana Pam Muñoz Ryan, sempre me chamou a atenção na estante do Lucas — a edição é linda — e, desta vez, senti que era hora de lê-lo. Num primeiro momento, pensei que este seria mais um daqueles contos de fadas que dão um quentinho no coração… Ledo engano!
Continuar lendo “Resenha | Ecos, de Pam Muñoz Ryan”Resenha | Aqueles que abandonam Omelas, de Ursula K. Le Guin
Depois de Sons da fala, de Octavia E. Butler, e Acender uma fogueira, de Jack London, a Editora Morro Branco disponibilizou gratuitamente em seu site, dentro do Projeto Cápsula, mais um conto incrível: Aqueles que abandonam Omelas, de Ursula K. Le Guin. O texto foi publicado originalmente em 1973, e ganhou o Prêmio Hugo na categoria “Melhor conto” no ano seguinte.
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