Resenha | ‘Uma Família Quase Perfeita’, de M. T. Edvardsson

Sabe aqueles livros que a gente começa a ler e não consegue largar? “Uma Família Quase Perfeita”, de M.T. Edvardsson, é um desses!

Nele somos apresentados a uma pequena família sueca, conhecida e respeitada por toda a comunidade onde eles vivem. Adam, o pastor da igreja local, é o pai; Ulrika, uma experiente advogada de defesa, é a mãe; Stella, uma jovem de 18 anos, é a filha. Ela está presa, acusada de assassinato.

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Resenha | ‘Unknown Pleasures’ é a biografia definitiva (e hilária) do Joy Division

A julgar pelo estilo musical e pelo fim trágico do Joy Division, eu jamais poderia imaginar que um livro sobre a banda pudesse ser engraçado. Mas a biografia Joy Division — Unknown Pleasures, escrita por um membro fundador da banda, o baixista Peter Hook, é hilária.

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Resenha | ‘Good Omens – Belas Maldições’: o fim do mundo na visão de Neil Gaiman e Terry Pratchett

“Você cresce lendo sobre piratas, caubóis, homens do espaço, essas coisas, e justo quando você pensa que o mundo está cheio de coisas fantásticas, eles te dizem que a verdade é que ele está cheio é de baleias mortas, florestas devastadas e lixo nuclear que vai ficar por aí milhões de anos. Mundinho boboca de se crescer, se você quer minha opinião.”

Em minha adolescência, eu tinha vários cadernos nos quais anotava frases que me marcavam nos livros que lia. Caso eu ainda tivesse esse costume, Good Omens – Belas Maldições teria páginas e mais páginas anotadas por mim. Já no primeiro dia de leitura eu não conseguia largar essa história cheia de ironia, momentos fortes e “cutucadas” em nossa sociedade. Seriam justamente trechos como esse aí de cima que iriam para os meus cadernos.

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Resenha | ‘Ictus: O Prisioneiro Sem Nome’, de Marcelo Marçal

É normal cometer alguns exageros quando vamos fazer alguma coisa pela primeira vez. Pesar a mão no sal, por exemplo, na hora de cozinhar um prato diferente. Ou querer usar todas as cores disponíveis ao entrar em uma aula de pintura. Em Ictus: O Prisioneiro Sem Nome, seu livro de estreia, Marcelo Marçal também exagera na quantidade de elementos presentes na trama.

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