Livro tem excesso de assuntos e personagens, mas o autor segue afiado
Quando li “VHS – Verdadeiras Histórias de Sangue”, primeiro livro do Cesar Bravo com o qual tive contato, duas coisas me fisgaram. A primeira foi a força da sua escrita. A segunda, a variedade das histórias. “VHS” tem contos sobre assombrações, lendas urbanas, maldições, vinganças e assassinatos, entre outros assuntos que podem dar origem a uma boa história de terror. No fim do ano passado, tirei o atraso e li “1618”, romance de Cesar Bravo que saiu em 2022. O texto do autor segue afiado, mas a amplitude de assuntos dessa vez me incomodou.
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