Lista | 12 grandes finais da literatura (Parte I)

Muita gente já fez listas elegendo os “melhores inícios de livros” da história da literatura. Por minha mania de ser do contra, escolhi elencar os “melhores finais”.

Esta lista não pretende ser definitiva. As obras foram escolhidas num simples passar de olhos pela minha estante, e a seleção foi profundamente pessoal.

Estes livros apresentam finais que nunca saíram da minha memória. Nem é preciso alertar que alguns trechos abaixo podem trazer muitos spoilers. Abaixo você confere a primeira metade; os outros seis livros serão postados na semana que vem.

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Resenha | Sobre a escrita, de Stephen King

LivroSobre a escrita – a arte em memórias
Autor:
Stephen King
Editora:
Suma de letras
Tradução:
Michel Teixeira
Páginas:
255
Compre pela Amazon:
amzn.to/2hKRvJ4

Se um escritor que já vendeu mais de 350 milhões de livros, que teve dezenas de obras adaptadas para o cinema e televisão, que é um dos dez mais traduzidos do mundo, e que, ainda por cima, é muito divertido, lança um volume com dicas de escrita, você para pra ler, né? Eu também. Esse é o caso de Sobre a escrita, do norte-americano Stephen King.

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Filmes| Ben-Hur (2016)

Nesta quinta-feira, dia 18 de agosto, estreia nos cinemas a nova versão de Ben-Hur. A história do nobre judeu que é traído, vira escravo, conhece Jesus Cristo e passa a competir em corridas de bigas, já foi contada outras três vezes nas telonas, em 1907, 1926 e 1959. Além disso, ela foi adaptada também num desenho animado (em 2003) e numa minissérie (em 2010). Para nós, brasileiros, um dos destaques da nova versão é a atuação de Rodrigo Santoro como Jesus.

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Resenha | A estrada, de Cormac McCarthy

Livro A estradaA estrada
Autor: Cormac McCarthy
Tradução: Adriana Lisboa
Editora: Alfaguara
Páginas: 234
Compre pela Amazon: amzn.to/2gNd7q3

Decidi fazer uma resenha especial para o Dia dos Pais, e o primeiro livro que me veio à cabeça foi A estrada, do norte-americano Cormac McCarthy (autor de Onde os velhos não têm vez). Não me lembro de nenhum outro que tenha sido tão emocionante ao descrever os laços entre pai e filho. McCarthy, inclusive, dedicou a obra ao seu filho, John.

A história se passa num mundo pós-apocalíptico, num futuro não muito distante. As informações sobre o que aconteceu são escassas: houve clarões e tremores, o céu ficou coberto de fuligem, as águas se tornaram estéreis e muitas pessoas e animais morreram. Com o passar do tempo, alguns sobreviventes tiveram que escolher entre a sobrevivência e a civilização. Muitos deles preferiram a primeira; por isso se organizaram em gangues e se tornaram canibais.

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