Sou apaixonada por histórias, sejam elas reais ou fictícias. Sem dúvida, uma das que mais me toca é O mágico de Oz. Nem sei explicar direito o porquê, mas lembro de ter visto o filme e ter ficado apaixonada por tudo aquilo.
Continuar lendo “Resenha | ‘O mágico de Oz’: uma aventura memorável que vale ser lida e relida sempre”Autor: Carla Furlan
Resenha | ‘O jardim secreto’: um clássico sobre amizade, esperança e recomeços
Falar o quanto as edições da Darkside são lindas soa repetitivo, mas é real. A cada livro que chega por aqui, só pela capa já dá aquela vontade de ler. Com O jardim secreto não foi diferente. Na hora que vi, pensei: preciso ler esse livro.
O curioso é que eu tinha uma certa resistência a essa história por um motivo bem bobo, um “trauma de infância”, como costumo brincar. Quando eu era criança, assisti um trecho do filme inspirado pelo livro (atenção ao fato de ter sido apenas um trecho, e não o filme todo) e, na época, achei chato e sem graça. Cresci repetindo isso diversas vezes: se o filme era chato daquele jeito, o livro que o inspirou também devia ser. Mas tive uma grata surpresa ao dar uma chance a ele!
Continuar lendo “Resenha | ‘O jardim secreto’: um clássico sobre amizade, esperança e recomeços”Resenha | ‘Prólogo, ato, epílogo’: autobiografia de Fernanda Montenegro merece ser aplaudida de pé
Acho que nunca falei sobre isso por aqui, mas eu sou atriz. O teatro entrou em minha vida ainda na infância. Aos 9 anos participaria de um teatro de fantoches de papel machê na escola, seria a princesa de uma história que já não lembro qual era. Na véspera da apresentação, meu avô faleceu. Fui substituída por uma amiga. Por sorte era um teatro de fantoches e, escondida, ela pôde ler o texto enquanto manipulava a boneca.
Aos onze anos, fizemos outra peça na mesma escola, como trabalho numa aula de português, inspirada em As mil e uma noites. Participei de outras peças em outras escolas, mas o teatro entrou definitivamente em minha vida aos 14 anos, quando comecei meu primeiro curso livre de interpretação. De lá pra cá, 22 anos se passaram. Já atuei, dirigi e escrevi muitas e muitas peças. Essas são algumas de minhas memórias, que vieram à tona com a leitura de Prólogo, ato, epílogo.
Continuar lendo “Resenha | ‘Prólogo, ato, epílogo’: autobiografia de Fernanda Montenegro merece ser aplaudida de pé”Resenha | Suspense e segredos do passado marcam ‘Onde cantam os pássaros’
Terminei a leitura de Onde cantam os pássaros há uns dez dias e só agora vim escrever porque sentia que precisava digeri-lo de alguma forma. Sinceramente, ainda não sei dizer se vou conseguir escrever bem sobre ele, mas preciso indicá-lo, porque é sim um livro fantástico!
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