Resenha | Um dia, de David Nicholls

Um dia
Autor: David Nicholls
Tradução: Claudio Carina
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Compre pela Amazon: Amazon

O livro Um dia já foi citado aqui no Valeu, Gutenberg! algumas vezes, mas como eu o li bem antes de iniciar o blog, acabei não postando uma resenha sobre ele. Pois bem, hoje é dia de acabar com essa injustiça. O terceiro romance de David Nicholls é um dos meus livros preferidos e neste texto eu conto o porquê.

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Resenha | O livro de ouro da mitologia, de Thomas Bulfinch

O livro de ouro da mitologia: histórias de deuses e heróis
Autor: Thomas Bulfinch
Tradução: David Jardim
Editora: Harper Collins
Páginas: 360
Onde comprar: Amazon

Você tem interesse por mitologia (principalmente a grega e a romana), quer saber mais sobre o assunto, mas não sabe por onde começar? Eu recomendo que você leia O livro de ouro da mitologia, do norte-americano Thomas Bulfinch.

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Resenha | A morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói

A morte de Ivan Ilitch
Autor: Lev Tolstói
Tradução: Boris Schnaiderman
Editora: 34
Páginas: 96
Compre pela Amazon: amzn.to/2GB23UU

Não vou fazer cerimônia: A morte de Ivan Ilitch é um livro sensacional e Tolstói é um gênio. Pouquíssimos escritores seriam capazes de contar a história de um funcionário público bem comum, destacando, principalmente, a longa agonia que precedeu a sua morte, e transformar essa narrativa numa obra-prima da literatura mundial.

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Resenha | Pete Townshend – A autobiografia, de Pete Towshend

Capa-Pete-Townshend-A-autobiografiaPete Townshend – A autobiografia
Autor: Pete Townshend
Tradução: Cid Knipel Moreira
Editora: Globo Livros
Páginas: 488
Compre pela Amazon: amzn.to/2ESrn9p

Pete Townshend, o guitarrista e principal compositor do The Who, é um dos nomes mais importantes da história do rock. Ele compôs verdadeiros hinos e foi o primeiro músico a incluir a destruição de seu instrumento em sua performance. Sua banda tocou em Woodstock, gravou a primeira ópera-rock de sucesso mundial e, entre os grupos da “invasão britânica” da década de 1960, só perde em importância para os Beatles e os Rolling Stones. A autobiografia de um cara desses deveria ser imperdível, né? Pois é…

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